Transformar a nós mesmos e o mundo com as idéias da física quântica.

Evolução Criativa


UMA NOVA ABORDAGEM DA EVOLUÇÃO

A CRIATIVIDADE BIOLÓGICA

Darwin fez um trabalho lindo e grandioso na compreensão do processo evolutivo dos seres vivos. Trouxe a idéia de que as aquisições de novas características biológicas dos seres vivos fazem parte de um processo de transformação lenta e gradual da forma. A forma evolui em uma continua e gradual complexidade, do simples para o complexo. Porém essa identificação da existência de uma flecha do tempo – do simples para o complexo – a teoria de Darwin não consegue explicar. O Darwinismo tem sua teoria baseada em dois pilares: 1 – Acaso, ou seja, as mudanças na forma e nas características biológicas ocorrem por uma modificação aleatória e sem propósito e, portanto, o fato de, por exemplo, o olho humano ser da forma como ele é hoje reflete apenas uma aleatoriedade escolhida pela Natureza sem nenhum propósito. A visão é uma conquista aleatória, sem finalidade teleológica. O difícil é explicar como a Natureza conseguiu selecionar as transformações graduais e lentas de um protótipo de olho para chegarmos na complexidade do olho humano de hoje. A teoria de Darwin não possui instrumentos para explicar o propósito dessas transformações. 2 – Necessidade, isto é, depois que ocorrem essas mudanças aleatórias através da mutabilidade genética (neodarwinismo) a própria natureza seleciona os mais adaptados para suprir a necessidade de sobrevivência. A idéia de sobrevivência é o único critério proposto para explicar a mundança e a evolução da forma. Nesse processo de acaso e necessidade os valores não são importantes. Qual a importância na teoria de Darwin de temas como o Amor, a Bondade, a Verdade, A Justiça, a Beleza e a Abundância? A teoria é baseada apenas em interações materiais e o difícil é explicar como interações materiais, movimentos moleculares, podem processar valores. A teoria de Darwin precisa fazer uma reconciliação com aspectos internos esquecidos da equação como sentimentos, pensamentos e intuições.

Para introduzirmos os aspectos internos em uma teoria integral da evolução necessitamos de novos modelos organizadores na biologia. Os modelos organizadores atuais baseiam-se, como dito acima, primeiro, no acaso e na necessidade e, segundo, na causalidade ascendente das interações materiais. O materialismo científico estruturou todo seu raciocínio tendo como base as interações materiais. Raciocínio esse desenvolvido ao longo de séculos através de gigantes pensadores, pesquisadores e experimentadores inquietos com questões que até hoje motivam os seres humanos em busca de autoconhecimento e compreensão das complexidades da vida. Porém, a ciência materialista aprofundou seu conhecimento sobre os constituintes da matéria e nesse aprofundamento encontrou o campo quântico, teia de interconexôes das partículas elementares que constituem o átomo, as ligações entre os átomos formam as moléculas que farão parte da constituiição das células vivas que, por sua vez, se reunirão em processos de simbioses e constituirão tecidos e órgãos e desse processo de causalidade ascendente surgirão todos os aspectos sutis e internos dos seres vivos como sua consciência, seus valores, seus pensamentos e seus sentimentos. Com esse algoritmo de raciocínio a ciência tenta compreender os aspectos internos dos seres vivos como subproduto – epifenômeno – das diversas interações materiais. Dessa forma, a consciência e seus constituintes internos: intuições, pensamentos e sentimentos não teriam nenhum poder causal sobre a matéria e ainda seriam subprodutos da mesma.

A física quântica traz uma oportunidade de reconciliação entre esses aspectos internos, esquecidos pela ciência materialista, e a biologia quando propõe a importância do observador em qualquer experimento científico. Experimento e observador fazem parte de um todo inseparável e (inter)conectado. A física quântica entende os objetos do universo como ondas de possibilidades e sendo assim partículas elementares possíveis só podem formar átomos possíveis, átomos possíveis formam moléculas possíveis, moléculas possíveis formam células possíveis – incluindo neurônios – células possíveis formam cérebros possíveis e cérebros possíveis não são capazes de formar uma consciência com poder causal. Possibilidades só aumentam as possibilidades! Aqui surge a oportunidade de reconciliacão entre biologia e consciência. Admitir que a consciência tem poder causal sobre as possibilidades materiais é admitir a causalidade de cima para baixo, isto é, a causação descendente. A consciência é a base do ser e é o fator não material, fora da jurisdição da mecânica quântica, capaz de colapsar a funcão de onda dos objetos materiais em algo real e manifesto. O matemático John Von Neumann foi o primeiro a pensar na consciência como o fator capaz de converter as possibilidades quânticas em realidade e Amit Goswami aprofundou a compreensão dos princípios da física quântica tendo seu insight criativo de que a consciência é a base de tudo e possibilitando trazer para a biologia novos modelos organizadores e integrando esses modelos com uma ciência que resgata a consciência com poder causal e que, no final de tudo, é a grande protagonista no processo evolutivo. Essa revelação foi um passo enorme na expansão e incorporação de novos modelos organizadores para a biologia e o trabalho do biólogo Rupert Sheldrake tem contribuido muito para tal expansão e incorporação. Os seus estudos referentes aos campos morfogenéticos como organizadores causal e transcendente dos projetos e moldes do corpo físico e seus órgãos são a chave para estabecer uma comunicacão entre o transcendente e o manifesto de forma descontinua e não local e, o mais importante, sem trocas de sinais.

Ter a oportunidade de estudar e compreender esses campos morfogenéticos traz uma sensação de integralidade, pois resgata a possibilidade de compreensão dos sentimentos, compreensão da energia vital que foi descartada pela ciência materialista e pela biologia, que tem na molécula de DNA a única explicação para os aspectos sutis dos seres vivos. Agora surge a oportunidade de integrar esse conceito dentro da biologia para explicar o fenômeno da diferenciação celular ainda sem uma total compreensão coerente de como as células sabem o momento correto de se diferenciarem e, dessa forma, pedindo a existência de um corpo sutil onde estariam esses campos morfogenéticos e que coordenariam todo o processo de desenvolvimento embrionário. Henri Bergson falava em um Elan Vital. A medicina tradicional chinesa, a homeopatia, a acumpultura e todas as outras terapias que trabalham com a energia vital, com o Prana, com a Chi necessitam da energia vital para uma perfeita compreensão de seus fundamentos. O fato de evitar ou negar a pesquisa nessa área deixa invalidada essas terapias e isso não seria uma atitute inclusiva e, sim, exclusiva. Os resultados desses tratamentos validam a sua prática e todas as pesquisas realizadas que adotaram a metodologia científica, com todos os seus parametros de objetividade forte, passaram no teste de falsificação e merecem nossa atenção e respeito.

Entender as modificações que transformam a forma do simples para o complexo apenas com a biologia molecular traz paradoxos insolúveis. Adimitir a biologia dentro da consciência expande as soluções e esclarece as lacunas fósseis. A teoria de Darwin compreende e valida muito bem a evolução contínua, gradual e lenta das modificações da forma ao longo dos evos, porém esbarra na validação do espaços descontínuos que aparecem na macroevolução. A árvore da evolução e os registros fósseis, descobertos pelo trabalho árduo dos pesquisadores de campo da biologia e arqueologia, contribuiram para um perfeito entendimento do processo evolutivo. Mas, e as lacunas fósseis? E os intermediários na evolução das espécies? Para uma explicação dessas lacunas deveriam existir milhares e milhares de intermediários para uma validação da teoria de Darwin. Há, no processo evolutivo das espécies, períodos de evolução rápida e repentina, sem intermediários, Há uma descontinuidade. Essa é uma oportunidade para pedir ajuda mais uma vez para a física quântica que esclarece que, na intimidade da matéria, os eletrons, quando em órbita pelo núcleo, passam de uma para outra de forma também descontínua, um verdadeiro salto quântico, sem passar por etapas intermediárias. O ser vivo, quando compreendido em sua totalidade e tendo a consciência como a base do ser, é capaz de converter possibilidades em realidade, é capaz também, dento de um processo de criatividade, de dar um verdadeiro salto descontínuo nas transformações rápidas que formam uma nova espécie em um verdadeiro exemplo de criativadade biológica. Há um impulso evolutivo que segue um propósito e uma finalidade; se expandirmos nossa compreensão de que a forma física é apenas possibilidades de escolha da consciência surge uma oportunidade de aproveitar idéias controvertidas de Lamarck, o mais injustiçado biólogo de todos os tempos, na transmissão das características adquiridas. As transformações para a aquisição de uma nova característica biológica ou um novo órgão que caracateriza uma nova espécie, ocorreriam em um processamento inconsciente onde haveria uma sobreposição de várias possibilidades e no momento apropriado haveria um insight repentino e o fruto desse insight seria manifestado no plano físico de forma descontínua, dando verdadeiros saltos que caracterizariam as lacunas fósseis identificadas pela ciência. Há, portanto, a evolução lenta e gradual ao longo dos evos que a teria de Darwin consegue explicar com uma certa satisfação e há a evolução rápida e descontinua que caracteriza essas lacunas, essas etapas sem intermidiários constatado na evolução biológica e que a física quântica traz uma contribuição valiosa na compreensão de que há dois mundos no processo evolutivo: o mundo das possibilidades e o mundo manifesto.

Isso realmente quer nos dizer alguma coisa, mas a biologia molecular e seu dogma do DNA – as informações sempre se transmitem apenas em um único sentido DNA – RNA – PROTEÍNAS – e não há uma comunicação no sentido inverso, ou seja, das PROTEÍNAS para o DNA. Esse dogma tem excluído qualquer possibilidade de estudo de novos modelos organizadores e a vida foi reduzida para o estudo da biologia molecular e ela não escuta e, não quer escutar, obscurecida pelo seu dogmatismo excludente, não conseguem ver que há uma possibilidade de comunicação no sentido inverso. Os campos morfogenéticos de Sheldrake tem a capacidade de estabelecer uma comunicação entre o transcendente e o DNA abrindo uma oportunidade em pensar e pesquisar que esse próprio campo modelador e organizador pode coordenar as ações do DNA em direção as PROTEÍNAS e também no sentido inverso, isto é, receber as impressões do campo manifesto através da ações da consciência no mundo físico, nas diversas interações sociais, permitindo vivenciar as experiências compartilhadas que envolvem energias e vibrações na expressão dos sentimentos e pensamentos e que impregnam retrogradamente esses campos morfogênicos e assim permitem uma comunicação no sentido inverso ao dogma do DNA. Temos agora a possibilidade de pensar: – Como nossas atitudes podem interferir na vida futura? Se nossas atitudes e ações têm a capacidade de comunicação no sentido inverso somos capazes de repensar a transmissão dos caracteres adquiridos de Lamarck. Esses moldes, agora modificados, podem interferir, quando em uma outra oportunidade de vivenciar o mundo manifesto, coordenando o processo de desenvolvimento embrionário. Isso lembra muito a teoria da reencarnação, mas abordarei esse assunto em outra oportunidade. Temos uma comunicação entre os campos morfogenéticos e as moléculas do DNA em ambos os sentidos, ou seja, do transcendente (campo morfogenético) para o manifesto (DNA) e do manifesto para o transcendente. Essa comunicação entre transcendente e mundo manifesto a física quântica valida e afirma que a realidade sempre existe em dois domínios: Possibilidades e Fato manifesto e a consciência é a intermediária. Essa comunicação não utiliza troca de sinais e são validadas pelo conhecimento da comunicação não local, hierarquia entrelaçada e descontinuidade, as três assinaturas da causação descendente.

Vamos abrir um parênteses no raciocínio da evolução para algumas considerações sobre os genes. Há quem estude o comportamento humano como consequência das ações do gene a nível intracelular em uma disciplina denominada genética do comportamento. Acreditam que movimentos moleculares determinam nosso comportamento e nossas ações. É o determinismo genético! Agora vem uma pergunta estonteante: Se os genes controlam nossa vida e nosso comportamento, quem controla os genes? Pois bem, essa pergunta nos faz pensar. Como colocar nossos valores, nossas intuições, nossos pensamentos e nossos sentimentos como controlados por movimentos moleculares – interações materiais – que a nível bioquímico teriam a capacidade de causar o sutil. Todas as vezes que temos uma correlação entre grosseiro e sutil, ou melhor, quanto temos uma correlação entre átomos, moléculas, DNA (que são os aspectos grosseiros) e instinto, sentimento, capacidade de processar símbolos, emitir conceitos (que os aspectos sutis) é sempre o grosseiro quem causa o sutil. Quem disse que tem que ser dessa forma? Por que não pode ser o sutil quem causa o grosseiro? As tendências de correntes de pensadores, que ocontecem agora após os princípios da física quântica estar sendo mais difundidos, são acreditar que a conscência exerce um papel fundamental na formação de qualquer realidade. Não se pode admitir que a vida seja resultado de processos físico-químicos que ocorrem a nível celular. O ser humano é mais complexo e merece uma abordagem mais abrangente e mais integral. Tem-se que ir além de um contexto limitante fornecido pela ciência materialista que proporcionou signficados equivocados por não conseguir explicar os valores. O mundo carece de valores. A humanidade necessita compreender seu potencial de criatividade para encontrar novos significados de valor e para isso é urgente a modificação de uma visão de mundo, uma mudança de paradigma que forneça um contexto que aumente as possibilidades para novos significados para que as soluções dos problemas que hoje ameaçam a sustentabilidade do planeta sejam manifestadas como uma verdadeiro salto da consciência.

Fechado os parênteses do determinismo genético, vamos continuar o raciocínio da evolução baseado no novo paradigma proporcionado pela física quântica. O que muda em nossas vidas se admitirmos realmente a existência de campos morfogenéticos que tem o poder causal na diferenciação celular no exercício de nossas funções biológicas? Muda tudo! Tem algo que sempre acompanha nossas ações e esse algo chama-se responsabilidade. Nossas escolhas são acompanhadas de responsabilidade. Se há, em um campo sutil, um manancial de vibrações e frequências que podem ser impregnados pelo também conteúdo vibracional de nossas atitudes isso gera um senso de responsabilidade maior por esses atos. Vejamos um exemplo extremo: uma pessoa que comete suicídio com um tiro na cabeça. Se a vida for apenas fruto de uma determinação de nossos genes ela se encerraria com esse ato. Cessariam milhões e milhões de reações intracelulares, encerrariam a comunicação entre cérebro e corpo e a morte se instalaria. A morte como fim de tudo. A morte como encerramento do processo de vida. O fim. Que responsabilidade teria esse ser humano por ter cometido esse ato de extremo desespero se a vida se encerra com a morte? A resposta que surge no pensamento é nenhuma. Nenhuma responsabilidade pois ali se encerra tudo. Não há a possibilidade do sutil, não há possibilidade de existir uma consciência separada do corpo físico, pois essa consciência não tem poder causal algum sobre a matéria enquanto ser vivo. Todas as intuições, todos os pensamentos, todos os sentimentos acabaram com aquele tiro na cabeça porque há somente o corpo físico comandado pelos genes e pelos movimento das partículas. Mas e se admitirmos que tudo aquilo que estamos aqui conversando sobre os corpos sutis, sobre a presença de um projeto, um molde dos campos morfogenéticos que se impregnam com nossos atos, que são capazes de exercer poder causal sobre a matéria e também serem imfluenciados pela matéria, por nossos comportamentos, muda nossa compreensão pela responsabilidade das ações que desenvolvemos no mundo de interações sociais. Em nosso exemplo extremo, o tiro afetaria a energia vital, afetaria o molde desses projetos contidos nos campos morfogenéticos e esse ser assumiria a responsabilidade pelos seus atos. Compreenderíamos que a morte não significa o fim de tudo, a morte significa que a consciência perderia a possibilidade de colapsar a matéria, perderia a possibilidade de criar representações desses campos sutis, mas manteria suas intuições, manteria seus pensamentos e seus sentimentos estruturados funcionalmente em corpos sutis. Isso muda tudo!!

A biologia não consegue ainda diferenciar vida de não-vida. A biologia não consegue explicar as lacunas fósseis. A biologia não consegue validar cientificamente os valores porque interações materiais não processam valores. A biologia vive uma incompletude. Se a evolução é um fato científico muito bem comprovado, então temos que compreendê-la e vivenciá-la em sua integralidade. Temos que compreender esses novos modelos organizadores da biologia e incoporá-los em nossos estudos sistematizados ao mesmo tempo que desenvolvemos uma atitute participativa e de cooperação e não de competição onde os mais fortes sobrevivem. Não, não somos competidores em nossa evolução, somos todos interconectados e seguimos o impulso evolutivo em busca da perfeição e felicidade e juntos todos nós temos que alcançar tal objetivo. Vejam que viver corretamente, pensar corretamente, buscar uma vida com criatividade e novos significados faz sentido com os princípios que a física quântica tem nos fornecido e faz sentido também o fato de queremos transformar esse mundo e a nós mesmos pelos mesmos princípios, pois acreditamos que há algo mais, acreditamos que a nossa transformação é necessária nesse momento de transição e que queremos sim vivenciar nosso discurso, exemplificando e sendo o exemplo a cada instante porque temos uma atitude inclusiva e empenhados em educar as potencialidade de nosso EGO para fazer despertar a consciência latente; que queremos a cada dia conseguir uma expressão melhor da nossa consciência assumindo as responsabilidades de nossos atos pois a vida é um dom e jamais se encerra com a morte, muito pelo contrário, é ai que a jornada começa. Temos tarefas urgentes em buscar a coerência entre pensar e sentir, modificando nossos campos morfogenéticos e deixando um patrimônio para todos nós da espécie humana quando consiguiremos conquistar os circuitos cerebrais das emoções positivas para expressar de forma instintiva a gratidão, a alegria, o perdão, a tolerância, a bondade, a justiça, a verdade e o amor fazendo uma verdadeira assimilação genética desses valores e iniciarmos uma nova etapa do processo evolutivo.

Abraços fraternos

Milton.

Comentários em: "Evolução Criativa" (8)

  1. Sérgio Wagner de Siqueira disse:

    Realmente fantástico…” a morte significa que a consciência perderia a possibilidade de colapsar a matéria, mas manteria suas intuições, pensamentos e seus sentimentos, estruturados em corpos sutis”. Uma verdadeira revolução !! Muito Obrigado. A verdadeira união entre a ciência e a espiritualidade. Uma nova Era se inicia. Reforma Intima como base para centrarmos nossa vida na consciência e , com isso, dentro de todas as possibilidades, seguirmos com Paz e Harmonia com tudo e todos.

  2. MARIA TEREZA BOTOSSO DI NÁPOLI disse:

    DR. MOURA, ESSE SEU ENTRELAÇAMENTO ENTRE A CIÊNCIA E A RELIGIÃO, É FANTÁSTICO, É O MÁXIMO COMO VOCE VEM ABORDANDO DESDE À EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES PARA NOS FALAR SOBRE A VIDA E A MORTE.
    SABEMOS QUE A VIDA NÃO ENCERRA COM A PERDA DO CORPO FÍSICO, QUE VAMOS MUITO MAIS ALÉM.
    NESSA NOVA FASE DE TRANSIÇÃO, UMA NOVA ERA SE INICIA, ONDE REINARÁ BONS SENTIMENTOS E A MEDIUNIDADE DE INTUIÇÃO.
    SABEMOS QUE NÃO TEM NADA POR ACASO.
    OS ESCLARECIMENTOS NOS VÊEM, CONFORME À NOSSA EVOLUÇÃO.
    ESTAMOS A MILHARES E MILHARES DE ANOS NOS ARRASTANDO PARA ESSA EVOLUÇÃO E SÃO VÁRIAS AS NOSSAS QUEDAS, COMO NOS EXPLICA PIETRO UBALDI.
    DEUS É BOM E NÃO SE CANSA DE NÓS!
    ESTAMOS ACOSTUMADOS A USAR MAIS O LADO ESQUERDO DO CÉREBRO, QUE SERIA O RACIONAL. QUANDO APRENDERMOS A USAR TAMBEM O LADO DIREITO DO CÉREBRO, ONDE TEREMOS A FACILIDADE DA CRIATIVIDADE E SENTIMENTOS, AÍ SIM, COM ESSA INTEGRAÇÃO ENTRE OS DOIS HEMISFÉRIOS, CONSEGUIREMOS
    EQUILIBRAR O USO DE NOSSAS POTENCIALIDADES.
    VOCE NOS MOSTRA ATRAVÉS DA CIÊNCIA E RELIGIÃO, QUE ELAS DEVEM ANDAR JUNTAS.
    QUANDO VOCE NOS FALA DAS BOAS ATITUDES, É O QUE JESUS NOS MOSTROU SEMPRE, EXEMPLIFICANDO OS SEUS ENSINAMENTOS.
    A CIÊNCIA NOS MOSTRA UM SER E A RELIGÃO OUTRA CONTINUIDADE DO CORPO SUTIL.
    VOCE VEM NOS ALERTAR PARA O TRABALHO DA ÚLTIMA HORA.
    QUE JESUS TE ILUMINE, PARA VOCE CONTINUAR SEMPRE!
    ABÇ, MARIA TEREZA.

  3. Assis Melo Neto disse:

    dr Milton por favor me esclareça:
    se a hierarquia é entrelaçada, a causação não deveria se dar NOS DOIS SENTIDOS?

  4. Assis Melo Neto disse:

    ta tudo se “encaixando” na minha mente, obg
    *o que encaixa é matéria

    • Para ler uma frase vc utiliza cerca de 1 quatrilhão de molécula de neurotransmissor (Dopamina, Serotonina) dura cerca de nanossegundos na fenda sinaptica e… Desaparece. É metabolizada. O que fica? A memória. A percepção. Você esta criando representações do significado do objeto mental(pensamento). Tudo se “encaixa” em sua mente, pois realmente é matéria. Pensamento é matéria. Ondas de possibilidades. Abraços.

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